16 de fevereiro de 2007

Frase

"Pouca coisa é necessária para transformar inteiramente uma vida:
bastam amor no coração e um sorriso nos lábios".

Martin Luther King

4 de fevereiro de 2007

Bauer

Faleceu na manhã deste domingo, 04/02/07, José Carlos Bauer, um dos maiores ídolos da história do São Paulo Futebol Clube, que também marcou história na Seleção Brasileira.

Histórico

José Carlos Bauer nasceu no dia 21 de novembro de 1925 na cidade de São Paulo.
Começou sua trajetória futebolística com apenas 15 anos, quando ingressou nos juvenis do São Paulo Futebol Clube.
Pelo Tricolor, conquistou o Paulista de 1943, dois bicampeonatos estaduais (1945/46 e 1948/49) , além do campeonato de 1953.
No total disputou 419 partidas e marcou 16 gols.
Formou o meio-campo - antigamente conhecido como linha média - com Zarzur e Noronha e posteriormente, com Rui e Noronha.
Esses trios ficaram marcados para sempre na história dos torcedores do São Paulo.
Mesmo com grande força física, Bauer tinha grande classe e categoria e apresentava um futebol elegante.
Na Copa do Mundo de 1950 chegou a ser chamado de "O gigante do Maracanã".
Apesar da derrota na decisão contra o Uruguai, Bauer continuou defendendo a seleção brasileira por mais alguns anos.
No Mundial de 1954 fez suas últimas apresentações pela Seleção Brasileira.
Pelo Brasil, foi campeão sul-americano em 1949, além de vice-campeão mundial em 1950.
Jogou 29 partidas pela seleção brasileira.
Após defender brilhantemente o São Paulo, em 1954 transferiu-se para o Botafogo e antes de encerrar a carreira, defendeu a Portuguesa de Desportos (1955) e o São Bento (1956), onde parou de jogar.
Depois de encerrar sua carreira como jogador de futebol foi ser técnico, e além das divisões de base do Clube Indiano de São Paulo, treinou a Ferroviária de Araraquara, o Guadalajara do México e o Milionários da Colômbia.

Mais do mesmo

De vez em quando me pergunto: porque tudo é sempre igual?

Passa ano, entra ano, parece que nada muda, tudo é sempre tão igual.

Em dezembro é época de Natal. Época de comprar presentes, amigo secreto. Ver aqueles parentes que você no cotidiano se esquece que existem. Época de Super Casas Bahia no Anhembi, é... você compra o sofá em 24x sem juros e ainda vê as crianças brincarem, enquanto você saboreia o seu x-salada e curte um Zezé de Camargo e Luciano.

E o dia 24 de dezembro então? Esse já tem uma programação toda montada, com direito a jantar na casa da sogra e fogos de artifício à meia-noite. Pois é, de uns anos pra cá ninguém agüenta mais esperar até o dia 31 e começa a soltar fogos na véspera do Natal, comemorando... comemorando... comemorando o que mesmo? Há deixa pra lá! O bacana mesmo é soltar os rojões.

Que Pena! Quanta gente não sabe o que está acontecendo de fato.

Tudo bem, uma semana depois tem a virada. Dia 31 todo mundo está de folga, menos o carteiro. O condenado vem me entregar cartas bem na hora da São Silvestre...

Ah a São Silvestre! Já que não tem futebol serve ti mesma! É incrível como todos os canais falam da história da São Silvestre, mostram os quenianos treinando no Parque do Ibirapuera e destacam os potenciais vencedores brasileiros. Engraçado como esses potenciais vencedores nunca vencem, na Hora H sempre surge um desconhecido.

E no dia primeiro de janeiro esse famoso desconhecido está em todos os programas de esporte, no SPTV e, até mesmo, no Jornal Nacional. Pena que no dia seguinte volta a ser um ilustre Zé Ruela, algo meio parecido com o Big Brother.

Não se pode esquecer que o dia primeiro de janeiro é feriado: Dia Internacional da Ressaca.

Em janeiro tem férias. Férias do trabalho, da escola, das pessoas... Mal termina janeiro e começam as propagandas das escolas de samba.

Vou parar por aqui, não quero ser chato nem estraga prazer, mas apesar da globalização, das novas tecnologias, quase tudo continua igual. Falta criatividade.

Pra não dizer que não falei das flores, há algo que muda todos os anos: nossa aparência. Bom mesmo era quando tudo era igual e eu era uns 15 anos mais novo.