20 de março de 2007

Quociente de Burrice

Já faz um tempo que a psicologia tem bradado pelo mundo que o Q.E., o tal de quociente emocional, é tão ou mais importante que o Q.I., quociente de inteligência.

Até vejo sentido nisso, mas não quero aqui discutir qual dessas características é a mais importante. Quero afirmar que algo está faltando nessas teorias e, para a alegria das editoras e psicólogos, eu descobri o que é.

Está faltando o Q.B., o quociente de burrice. Pois é, os chineses no século V esqueceram de fazer o cálculo inverso.

Você já conseguiu imaginar quantas pessoas iriam se enquadrar no Q.B.?

Perguntas idiotas, inoportunas, repetitivas e atitudes inconvenientes fazem parte do Q.B. Não se enxergar o óbvio.

É característica básica do Q.B. saber que a chance de se fazer algo errado é de 0,01% e, mesmo assim, conseguir errar. Para a pessoa que se enquadra no Q.B. 0,01% é 100%.

A metodologia de cálculo é a mesma do QI, porém, a tabela de interpretação é diferente:



Como é feita a pontuação:

O Q.B. é um valor numérico resultante da fórmula: Idade Mental / Idade Cronológica x 100

Veja abaixo a classificação geral nos níveis de Quociente de Inteligência:

* Valor menor ou igual a 74 – Mamífero perissodátilo muito empregado no cruzamento com égua para a produção de híbridos muares ou, simplesmente, Jegue.

* Valor entre 75 e 89 – Anta, similar a Luciana Gimenez

* Valor entre 90 e 110 – Legítimo Burro

* Valor entre 111 e 125 – Ta querendo mudar para Q.I.

* Valor maior ou igual a 126 - Inexistente, melhor não perder tempo.

Não quero aqui ressuscitar o Francisco Milani e aquele sua teoria da tolerância zero, mas hoje convivi com algumas pessoas que me inspiraram a criar o Q.B., enquanto ouvia comentários medonhos e perguntas calamitosas.

Para essas pessoas só resta fazer o teste de Q.B. e ver onde se enquadra.

Pronto, desabafei.