A palavra sincero teve origem pelos romanos. Na antiguidade, os vasos que eram transportados por grandes distâncias para serem comercializados muitas vezes se quebravam no caminho. Para não perder o material, os vendedores os remendavam juntando as peças com cera. Os compradores eram assim enganados.
Um produto verdadeiro era um produto sem cera, uma qualidade de vaso perfeito, autêntico, finíssimo, senza cera.
O vocábulo passou a ter um significado muito mais elevado. Sincero, é aquele que é franco, leal, verdadeiro, que não oculta, que não usa disfarces, malícias ou dissimulações. O sincero, à semelhança do vaso, demonstra através de suas palavras os verdadeiros sentimentos de seu coração.
E essa é uma palavra que deveria estar no vocabulário de todos nós.
15 de dezembro de 2007
Algumas verdades sobre a mentira
"A mentira nunca sobrevive até alcançar idade avançada." Sófocles.
Em nossos tempos se tornou comum falar pequenas mentiras em nosso cotidiano, aquelas que os americanos chamam de mentiras brancas.
É comum ouvirmos falsos elogios do tipo: “você está muito elegante com esta roupa” ou “cheguei atrasado porque peguei um congestionamento terrível” ou a alegria dissimulada ao ganhar um presente de natal inútil ou de mal gosto.
Essas mentiras acontecem muitas vezes por gentileza, com a intenção de não ser desagradável com as pessoas. E o pior, muitas pessoas preferem ouvir uma mentirinha agradável ao invés da verdade, que pode ser incômoda.
Dentro deste cenário, até crianças são ensinadas a contar pequenas mentiras, como parte de sua educação. Já aprendem desde cedo que é melhor não dizer à sua antipática tia que acham o beijo lambuzado dela nojento.
É vergonhoso como hoje em dia se lida levianamente com o conceito "mentira" ou com a própria mentira. Há pesquisas e estudos sobre a mentira, tenta-se explicá-la, procura-se a sua origem, mas em geral ela é considerada inofensiva, sim, até mesmo uma necessidade da vida e, em última análise, como algo bom.
A mentira, a rigor, sempre carrega consigo conseqüências. Quem mente tem que sustentar sua mentira, seus argumentos, a história inventada. Já a verdade, mesmo que dura, demonstra a realidade, o ponto a ser corrigido, o real sentimento. Faz-nos ganhar tempo e a confiança das pessoas.
Exercite a verdade e note como viverás melhor.
Em nossos tempos se tornou comum falar pequenas mentiras em nosso cotidiano, aquelas que os americanos chamam de mentiras brancas.
É comum ouvirmos falsos elogios do tipo: “você está muito elegante com esta roupa” ou “cheguei atrasado porque peguei um congestionamento terrível” ou a alegria dissimulada ao ganhar um presente de natal inútil ou de mal gosto.
Essas mentiras acontecem muitas vezes por gentileza, com a intenção de não ser desagradável com as pessoas. E o pior, muitas pessoas preferem ouvir uma mentirinha agradável ao invés da verdade, que pode ser incômoda.
Dentro deste cenário, até crianças são ensinadas a contar pequenas mentiras, como parte de sua educação. Já aprendem desde cedo que é melhor não dizer à sua antipática tia que acham o beijo lambuzado dela nojento.
É vergonhoso como hoje em dia se lida levianamente com o conceito "mentira" ou com a própria mentira. Há pesquisas e estudos sobre a mentira, tenta-se explicá-la, procura-se a sua origem, mas em geral ela é considerada inofensiva, sim, até mesmo uma necessidade da vida e, em última análise, como algo bom.
A mentira, a rigor, sempre carrega consigo conseqüências. Quem mente tem que sustentar sua mentira, seus argumentos, a história inventada. Já a verdade, mesmo que dura, demonstra a realidade, o ponto a ser corrigido, o real sentimento. Faz-nos ganhar tempo e a confiança das pessoas.
Exercite a verdade e note como viverás melhor.
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